Regularização de obra

Regularize sua obra e avance até a CND para averbação.

A Kontymax conduz o diagnóstico, CNO, SERO, aferição do INSS e as etapas da regularização perante a Receita Federal para pessoa física e jurídica.

Recebeu aviso da Receita?Obra antiga?Precisa da CND?Vai averbar o imóvel?

Antes de transmitir informações ou recolher valores, o atendimento parte da análise da situação documental e cadastral da obra.

CNO

Cadastro Nacional de Obras da Receita Federal, utilizado para identificar a obra e seus responsáveis.

SERO

Serviço Eletrônico para Aferição de Obras, utilizado no processo de regularização previdenciária da construção.

INSS da obra

Contribuição previdenciária relacionada à mão de obra da construção, apurada conforme as regras aplicáveis ao caso.

CND

Certidão utilizada para comprovar a regularidade da obra e permitir o avanço das etapas de averbação quando exigida.

01

Seu caso

Você está em uma destas situações?

Quem procura regularização de obra normalmente já tem uma necessidade concreta. O primeiro passo é identificar em que ponto a construção está.

01

Recebeu aviso ou notificação da Receita

Antes de responder ou recolher valores, vale revisar os dados da obra, o cadastro, o período e a documentação disponível.

02

Construiu e nunca abriu o CNO

Obras concluídas ou em andamento podem precisar de inscrição ou ajuste no Cadastro Nacional de Obras.

03

Precisa da CND da obra

A regularização previdenciária é uma etapa importante para quem precisa avançar com a averbação da construção.

04

Vai vender ou financiar o imóvel

Pendências da construção costumam aparecer justamente quando o proprietário precisa concluir uma operação imobiliária.

05

Fez ampliação ou alteração da área construída

Mudanças na construção podem exigir atualização cadastral e análise específica da regularização da obra.

06

A obra é antiga

Datas, documentos disponíveis e o histórico da construção fazem diferença na análise de uma obra antiga.

02

O que fazemos

Da análise inicial até a regularização da obra

Organizamos o processo com base na situação real da construção, em vez de tratar o caso como uma simples emissão de guia.

Diagnóstico documental

Analisamos área, período da construção, responsáveis, cadastro e documentos disponíveis para definir o caminho do caso.

CNO

Fazemos a inscrição, conferência ou regularização do Cadastro Nacional de Obras conforme a situação encontrada.

SERO e aferição

Organizamos as informações necessárias para a aferição da obra no Serviço Eletrônico para Aferição de Obras.

INSS da obra

Acompanhamos a apuração previdenciária e revisamos os elementos que precisam ser considerados na regularização.

Obrigações decorrentes

Orientamos sobre DCTFWeb, DARF e demais etapas decorrentes da aferição quando aplicáveis ao caso.

CND e averbação

Acompanhamos a regularização até a etapa de certidão e orientamos sobre o próximo passo para a averbação do imóvel.

Atenção especial

Recebeu aviso da Receita Federal para regularizar a obra?

Antes de simplesmente preencher sistemas ou recolher valores, vale conferir os dados do aviso, a área, o período da construção, o CNO e os documentos que existem.

Conferência dos dados do aviso e da obra
Análise de CNO, área, período e documentação
Definição do caminho de regularização aplicável ao caso
03

Como funciona

Um processo claro, sem transformar você em especialista em SERO

Você apresenta os dados e documentos disponíveis; a equipe organiza tecnicamente as etapas e indica o que precisa acontecer em seguida.

PASSO 01

Diagnóstico da obra

Entendemos a obra, as datas, a área, o imóvel e a pendência atual.

PASSO 02

CNO e documentos

Conferimos o cadastro e organizamos a documentação necessária para a regularização.

PASSO 03

SERO e INSS

Tratamos a aferição e as obrigações previdenciárias relacionadas à construção.

PASSO 04

Certidão e averbação

Com a situação regularizada, orientamos o avanço para a etapa registral do imóvel.

L

Luciano

Unidade de Torres

Quem recebe seu atendimento

Seu caso chega direto ao atendimento de regularização de obra em Torres.

O Luciano é quem conduz esse atendimento na unidade. A proposta é entender primeiro a situação da obra e organizar o caminho de regularização antes de partir para as etapas operacionais.

WhatsApp direcionado para a unidade de Torres.
04

Entenda o processo

CNO, SERO, INSS e CND: o que cada etapa representa

A página continua reunindo o conteúdo técnico que ajuda quem está pesquisando a regularização antes de contratar o serviço.

CNO

Cadastro Nacional de Obras da Receita Federal, utilizado para identificar a obra e seus responsáveis.

SERO

Serviço Eletrônico para Aferição de Obras, utilizado no processo de regularização previdenciária da construção.

INSS da obra

Contribuição previdenciária relacionada à mão de obra da construção, apurada conforme as regras aplicáveis ao caso.

CND

Certidão utilizada para comprovar a regularidade da obra e permitir o avanço das etapas de averbação quando exigida.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre regularização de obra

Respostas diretas sobre CNO, SERO, INSS, CND e o processo de regularização perante a Receita Federal.

O que é a regularização de obra?+

É o conjunto de procedimentos junto à Receita Federal para registrar a obra no CNO, apurar as contribuições sociais pelo SERO, transmitir a DCTFWeb Aferição de Obras e obter a certidão de regularidade da construção, que poderá ser CND ou CPEND conforme a situação do débito.

O que é o CNO?+

O CNO (Cadastro Nacional de Obras) é o registro da obra na Receita Federal, que substituiu a antiga matrícula CEI. Toda construção sujeita à contribuição previdenciária precisa estar inscrita no CNO.

O que é o SERO?+

O SERO (Serviço Eletrônico para Aferição de Obras) é o sistema da Receita Federal usado para aferir as contribuições sociais da construção. Na aferição entram dados como área, destinação, tipo da obra, período, créditos declarados e outras informações aplicáveis ao caso.

A regularização vale para pessoa física e jurídica?+

Sim. Atendemos tanto pessoas físicas que construíram um imóvel próprio quanto empresas e construtoras responsáveis por obras, ajustando o procedimento a cada situação. Para pessoa física, a regularização no SERO ocorre por aferição indireta.

Quais documentos são necessários para regularizar a obra?+

Em geral são necessários documentos do responsável pela obra, do imóvel e do projeto, além de informações de área e data de conclusão. A equipe monta o checklist específico após o diagnóstico inicial.

Posso parcelar o valor calculado pelo SERO?+

Sim. A Receita Federal informa que os valores devidos podem ser parcelados, mas a negociação do parcelamento ocorre somente após o vencimento do débito. Nessa hipótese, o valor recebe multa de mora de 20% e juros pela taxa Selic.

Preciso pagar todo o INSS da obra à vista para emitir a certidão?+

Não necessariamente. Se não houver outras pendências impeditivas, a Receita pode emitir CPEND quando houver débito a vencer ou com a exigibilidade suspensa, como no parcelamento regular. A CND e a CPEND possuem o mesmo valor legal para fins de averbação da obra.

Qual é a diferença entre CND, CPEND e CPD de obra?+

A CND é emitida quando a obra não possui pendências nem débitos. A CPEND é emitida quando não há pendências impeditivas, mas existe débito a vencer ou com exigibilidade suspensa, como um parcelamento regular. A CPD indica pendência no SERO e/ou débito vencido não pago e sem suspensão da exigibilidade.

Próximo passo

Descubra o que falta para regularizar sua obra.

Conte o tamanho da construção, cidade, período aproximado e se recebeu alguma comunicação da Receita. O atendimento segue direto para Torres.

Analisar minha obra

Pagamento, parcelamento e certidão

O valor apurado no SERO ficou alto? Entenda o que acontece depois da aferição.

O SERO apresenta a memória de cálculo antes da conclusão. Depois da transmissão da DCTFWeb Aferição de Obras, o débito é formalizado e o DARF fica disponível. A partir daí, pagamento, parcelamento e certidão seguem etapas diferentes.

01

Antes do vencimento

O DARF pode ser pago integralmente. Se o débito ainda estiver a vencer e não houver outras pendências impeditivas, a Receita pode emitir uma CPEND após a conclusão da aferição.

02

Se precisar parcelar

Segundo a Receita Federal, o parcelamento dos valores apurados no SERO só pode ser negociado após o vencimento. Nessa situação, o débito recebe multa de mora de 20% e juros pela taxa Selic.

03

Depois do parcelamento

Com o parcelamento regular e sem outras pendências, a exigibilidade do débito fica suspensa e pode ser emitida a Certidão Positiva com Efeitos de Negativa (CPEND).

CND, CPEND e CPD

A certidão emitida depende da situação do débito e das pendências da aferição.

CNDSem pendências no SERO e sem débitos vencidos ou a vencer na RFB/PGFN.
CPENDSem pendências impeditivas, mas com débito a vencer ou com exigibilidade suspensa, como ocorre no parcelamento regular.
CPDHá pendência no SERO e/ou débito vencido não pago e sem suspensão da exigibilidade.

Para averbação: a Receita Federal informa que CND e CPEND possuem o mesmo valor legal e podem ser utilizadas para averbar a obra, conforme a finalidade da certidão. Por isso, parcelar o débito não significa, por si só, ter de esperar a quitação de todas as parcelas para avançar com a regularização.

Empresa com obras recorrentes

Sua necessidade vai além de regularizar esta obra?

CNO, SERO e certidão resolvem a regularização da obra. Se a empresa também precisa organizar folha, retenções, EFD-Reinf, DCTFWeb e custos de outras obras em andamento, o escopo passa a ser contabilidade recorrente da construtora.

Contabilidade para construtoras