Contabilidade para médicos e PJ médica

Contabilidade para médicos que precisam estruturar a PJ com clareza

Abertura, troca de contador e rotina mensal para médicos que recebem por hospitais, clínicas, consultório próprio ou diferentes vínculos e precisam organizar tributação, pró-labore, NFS-e e registros da empresa.

A Kontymax compara a estrutura antes de recomendar mudanças. Simples Nacional, Fator R, Lucro Presumido e pessoa física são analisados conforme a atividade e os números do caso, sem promessa de alíquota universal.

Conhecer o Núcleo Saúde
  • Atendimento nacional

    Processo remoto com apoio das unidades de Porto Alegre e Torres.

  • Abertura ou troca

    Atendemos médicos iniciando a PJ e empresas já em funcionamento.

  • Decisão por simulação

    Regime e pró-labore são avaliados pelo custo total e pela operação real.

Situações frequentes

Essa estrutura faz sentido para diferentes momentos da carreira médica

A especialização não parte do pressuposto de que todo médico precisa da mesma empresa ou do mesmo regime tributário.

Vai abrir a primeira PJ médica

Precisa definir atividades, estrutura societária, registros, emissão de NFS-e e regime tributário antes da primeira nota.

Já recebe por hospitais e clínicas

Plantões, atendimentos particulares e pagamentos por diferentes fontes precisam ser organizados sem misturar PF, PJ e vínculos de emprego.

Está no Simples e quer revisar o Fator R

A análise deve confirmar se a atividade está sujeita à regra e comparar folha, pró-labore, receita e custo total antes de qualquer ajuste.

Tem CLT, autônomo e PJ ao mesmo tempo

Os formatos podem coexistir, mas cada fonte possui obrigações próprias e todas precisam permanecer coerentes com o IRPF e a contabilidade.

Consultório ou clínica está crescendo

Sócios, equipe, prestadores, convênios, repasses e novos procedimentos podem exigir revisão societária, tributária e operacional.

Quer trocar de contador

A migração precisa organizar acessos, procurações, saldos, folha, notas, obrigações e responsabilidades sem interromper a operação.

Estrutura contábil e tributária

Os pontos que precisam conversar entre si

Uma decisão correta depende de atividade, receita, folha, município, forma de recebimento e documentação da empresa.

Simples Nacional e Fator R

Para atividades médicas sujeitas ao Fator R, folha e receita dos 12 meses anteriores influenciam o enquadramento entre os Anexos III e V.

Lucro Presumido

Quando o Simples não é a melhor alternativa, comparamos o Lucro Presumido considerando atividade, faturamento, ISS e características da operação.

Pró-labore e retiradas

Pró-labore, INSS e distribuição de resultados precisam refletir a atuação dos sócios e ser analisados pelo custo tributário total.

NFS-e e faturamento

Município, código de serviço, retenções, tomador e descrição da prestação precisam permanecer coerentes com a atividade médica realizada.

CRM e cadastros da PJ

A empresa prestadora de serviços médicos deve observar as regras do Conselho Regional de Medicina e as exigências cadastrais e profissionais aplicáveis.

Contabilidade e planejamento

Escrituração, demonstrações, folha e informações fiscais permitem revisar o regime e sustentar retiradas e decisões com documentação adequada.

Fator R e regime

Não escolha a tributação olhando uma alíquota isolada

Medicina está entre as atividades que podem ficar sujeitas ao Fator R no Simples Nacional. O cálculo considera folha e receita bruta dos 12 meses anteriores e deve ser integrado à análise de pró-labore, INSS, faturamento e alternativas de regime.

Fator R

Não presumir que toda PJ médica fica no Anexo III

Confirmar a atividade e calcular folha e receita dos 12 meses

Pró-labore

Não alterar apenas para perseguir uma alíquota menor

Comparar DAS, INSS, IR e resultado líquido do sócio

Lucro Presumido

Não descartar apenas porque o Simples parece mais simples

Simular quando faturamento e estrutura justificarem a comparação

Dividendos

Não tratar toda distribuição como isenta sem limite em 2026

Revisar resultado contábil, beneficiário, valor mensal e regra vigente

CRM e NFS-e

Não considerar o CNPJ suficiente para operar

Organizar registro profissional, município e emissão fiscal antes do faturamento

Como trabalhamos

Da análise inicial à rotina mensal

O objetivo é evitar que abertura ou troca de contador gere uma sequência de correções depois da empresa já estar faturando.

01

Entender como o médico atua

Mapeamos vínculos, especialidade, fontes pagadoras, município, faturamento, equipe, CNPJ existente e forma atual de recebimento.

02

Comparar as estruturas

Revisamos PF e PJ, Simples Nacional, Fator R quando aplicável, Lucro Presumido, pró-labore e os custos relevantes do cenário.

03

Organizar abertura ou migração

Definimos documentos, registros, acessos, NFS-e, responsabilidades e ajustes necessários para iniciar ou assumir a empresa com continuidade.

04

Acompanhar a rotina

Fiscal, contábil, folha e atendimento passam a operar em um calendário integrado, com revisão quando a receita ou a estrutura muda.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre contabilidade para médicos

As respostas abaixo são gerais. Atividade, município, faturamento e estrutura podem alterar a conclusão do caso concreto.

Médico pode abrir empresa e atuar como PJ?

Sim. A estrutura precisa refletir a atividade médica efetivamente exercida, o município, os registros profissionais e o regime tributário escolhido. CNPJ, inscrição municipal, NFS-e e registro da pessoa jurídica no CRM devem ser coordenados conforme o caso.

Médico no Simples Nacional sempre fica no Anexo III?

Não. Diversas atividades médicas estão sujeitas ao Fator R. Quando a regra se aplica, a relação entre folha de salários, incluídos encargos, e receita bruta dos 12 meses anteriores influencia o enquadramento entre os Anexos III e V.

Vale aumentar o pró-labore apenas para atingir 28% no Fator R?

Não é recomendável decidir olhando apenas a alíquota do DAS. Pró-labore altera INSS e pode afetar Imposto de Renda. A simulação deve comparar o custo total da empresa e dos sócios antes de qualquer mudança.

Quando comparar Simples Nacional e Lucro Presumido para médico?

A comparação faz sentido principalmente quando a receita cresce, o Fator R não favorece o Simples, há estrutura clínica específica ou existem características que possam alterar a tributação. A decisão deve usar dados reais de faturamento, folha, atividade e despesas.

Dividendos de uma PJ médica continuam sempre isentos em 2026?

Não. Desde janeiro de 2026, pagamentos de lucros e dividendos superiores a R$ 50 mil no mesmo mês, da mesma pessoa jurídica para a mesma pessoa física residente no Brasil, podem exigir IRRF de 10% sobre o valor total sujeito à regra. Existem hipóteses legais específicas que precisam ser analisadas.

A empresa médica precisa de registro no CRM?

Empresas privadas prestadoras ou intermediadoras de assistência à saúde devem observar as regras de registro no Conselho Regional de Medicina da jurisdição em que atuam e de direção técnica médica, conforme as normas aplicáveis.

A Kontymax atende médicos fora de Porto Alegre?

Sim. A página é nacional. A Kontymax possui unidades em Porto Alegre e Torres e pode atender médicos e empresas da saúde de outras cidades de forma remota, conforme a necessidade cadastral e operacional do caso.

Próximo passo

Quer revisar a estrutura da sua PJ médica?

Conte como você atua hoje e quais são suas fontes de receita. A equipe avalia se a necessidade é abertura, migração, regularização ou revisão tributária.