Começou como freelancer e virou produto
A empresa cresceu a partir de desenvolvimento ou consultoria e hoje possui assinatura, software próprio, clientes recorrentes ou equipe.
Contabilidade para negócios digitais
Estrutura contábil e tributária para empresas de software com receita recorrente, clientes no Brasil ou exterior, sócios atuantes e operação que precisa crescer sem depender de respostas genéricas.
A Kontymax analisa atividade, regime tributário, Fator R quando aplicável, pró-labore, NFS-e, ISS, folha e organização contábil antes de recomendar qualquer mudança.
Atendimento nacional
Processo remoto para empresas de tecnologia em todo o Brasil.
Análise antes da mudança
Regime, Fator R e pró-labore são comparados pelo custo total.
Abertura ou troca
Atendemos empresas novas e SaaS que já possuem contador.
Cenários recorrentes
O modelo pode começar simples e ganhar complexidade rapidamente. Estes são alguns sinais de que a estrutura precisa ser revista.
A empresa cresceu a partir de desenvolvimento ou consultoria e hoje possui assinatura, software próprio, clientes recorrentes ou equipe.
A empresa precisa confirmar se a atividade está sujeita à regra, se folha e receita estão corretas e se qualquer mudança realmente reduz o custo total.
Contratos internacionais, emissão de nota, ISS, natureza do serviço e documentação do recebimento precisam ser analisados em conjunto.
Pró-labore, INSS, distribuição de lucros e retiradas precisam refletir a atividade real e permanecer coerentes com a escrituração contábil.
Mais faturamento, novos clientes, equipe, integrações e contratos podem exigir revisão do regime, da emissão e das rotinas mensais.
A migração exige organizar acessos, procurações, saldos, folha, obrigações, notas e responsabilidades sem criar lacunas na rotina.
Estrutura da operação
A decisão tributária não deve ser isolada do modelo de receita, da folha, da emissão fiscal e da forma como os sócios trabalham na empresa.
Simples Nacional, Lucro Presumido e outros cenários são comparados conforme atividade, faturamento, folha, clientes e projeção do negócio.
Quando aplicável, revisamos a composição da folha e da receita e comparamos o efeito tributário antes de alterar a remuneração dos sócios.
Código de serviço, NBS quando aplicável, município, ISS, retenções e fluxo de emissão precisam representar corretamente a operação.
Assinaturas, contratos, gateways, bancos e recebimentos precisam ser conciliados com notas, receitas e movimentação financeira.
Folha, pró-labore, contratações, terceiros e obrigações trabalhistas ou previdenciárias são organizados junto com a estrutura da empresa.
Entrada de sócios, expansão comercial, operação internacional e mudança de faixa de faturamento são avaliadas antes de virarem problema.
Simples Nacional e Fator R
Para atividades sujeitas ao Fator R, atingir um percentual específico pode alterar o anexo. Isso não significa que aumentar pró-labore ou folha seja automaticamente a melhor escolha.
| Tema | Evite | O que revisar |
|---|---|---|
| Faturamento | Não olhar apenas a receita do mês | Revisar histórico, recorrência, crescimento e projeção |
| Fator R | Não presumir que toda SaaS usa a regra | Confirmar atividade, folha e receita antes de simular |
| Pró-labore | Não alterar só para buscar uma faixa menor | Comparar DAS, INSS, IR e custo total |
| Exterior | Não tratar todo cliente estrangeiro como exportação | Analisar serviço, tomador, execução e resultado |
| Notas fiscais | Não repetir um código sem revisar a operação | Conferir serviço, município, ISS e classificação aplicável |
Clientes no exterior
Contrato, natureza do serviço, local do resultado, emissão fiscal e documentação do recebimento precisam estar coerentes para definir o tratamento correto.
Definir o que a empresa realmente entrega e como isso aparece em contrato, nota e cadastro fiscal.
Verificar se a operação atende às condições aplicáveis antes de tratar o recebimento como exportação de serviços.
Conciliar nota fiscal, contrato, banco, câmbio e contabilidade para que a receita tenha suporte documental.
Onboarding
O processo muda conforme o estágio da SaaS. Em ambos os casos, o objetivo é começar com responsabilidades, documentos e rotinas claramente definidos.
Mapeamos produto, tipo de receita, clientes, CNAEs, contratos, sócios, equipe, faturamento, exterior e estrutura atual da contabilidade.
Conferimos regime, Fator R quando aplicável, pró-labore, emissão, ISS, retenções e pontos que podem exigir correção ou simulação.
Definimos documentos, acessos, responsabilidades, integrações e ajustes necessários para iniciar ou assumir a empresa sem improviso.
Fiscal, contábil, folha e atendimento passam a operar em um calendário integrado, com revisão quando o modelo ou o porte da empresa muda.
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Os guias técnicos ajudam a entender o problema. A landing concentra o próximo passo comercial quando a empresa precisa de revisão ou execução.
Entenda a relação entre folha, receita e os Anexos III e V quando a atividade está sujeita à regra.
AcessarVeja o que revisar em regime, pendências, faturamento e Fator R antes da decisão para 2027.
AcessarConheça a atuação da Kontymax com startups, software e negócios digitais além da página comercial de SaaS.
AcessarDúvidas frequentes
As respostas são gerais. O enquadramento final depende da atividade, dos contratos, dos dados fiscais e da estrutura de cada empresa.
Pode ser possível, desde que a empresa cumpra os requisitos do regime e a atividade exercida seja compatível. A análise precisa considerar CNAEs, faturamento, estrutura societária, folha, clientes e a forma como a receita é gerada.
Não. O Fator R se aplica a determinadas atividades de serviços. Quando a atividade está sujeita à regra, a relação entre folha e receita bruta pode influenciar o enquadramento entre os Anexos III e V. O primeiro passo é confirmar a atividade efetivamente exercida e a segregação correta das receitas.
Essa decisão não deve ser tomada olhando apenas a alíquota do DAS. A alteração pode aumentar INSS, Imposto de Renda e outros custos. A comparação precisa considerar o custo total da empresa e dos sócios antes de qualquer ajuste.
A emissão depende da atividade, do município, do tipo de receita e do cliente. É necessário revisar cadastro, código de serviço, NBS quando aplicável, incidência de ISS, retenções e o fluxo do emissor utilizado pela empresa.
A análise depende da natureza do serviço e de onde ocorre o resultado da operação. Nem todo recebimento de cliente estrangeiro caracteriza exportação de serviços para fins de ISS. Contrato, tomador, execução e resultado precisam ser avaliados em conjunto.
Sim. A troca pode ser feita com a empresa ativa. O onboarding precisa organizar acessos, procurações, saldos, obrigações em andamento, folha, notas fiscais e a data de início da responsabilidade do novo escritório para evitar lacunas.
Sim. A página é nacional. A Kontymax possui unidades em Porto Alegre e Torres e atende empresas de tecnologia de outras cidades de forma remota, com processos digitais e contato direto com a equipe responsável.
Próximo passo
A primeira conversa serve para mapear regime, faturamento, produto, sócios, equipe, notas e exterior. A partir disso, definimos se o caso exige abertura, migração, regularização ou planejamento.
Atendimento pela unidade de Porto Alegre, com operação remota para todo o Brasil.